Que a tecnologia está cada vez mais presente em nossas vidas é um fato incontestável. Com ela, a forma como nos relacionamos com outras pessoas tem mudado, a forma como compramos e também a forma como negociamos — principalmente em tempos de pandemia do Coronavírus.

Para estarmos presentes na rede e podermos ter acesso a tudo isso dito acima é necessário realizar um cadastro, certo? Nesse cadastro colocamos informações pessoais, como nome, telefone e número de documentos pessoais. Quando falamos em redes sociais também elencamos o que é de nosso interesse — as páginas que curtimos no Facebook são um exemplo.

Tudo isso nós já sabemos, né, mas que esses dados que disponibilizamos são valiosos e têm sido considerados a nova economia mundial (ou o novo petróleo) você sabia? Cada vez mais nosso dados, que dizem respeito ao nosso comportamento e personalidade, orientarão as mais variadas práticas comerciais.

Banco de dados públicos e privados em todo mundo reúnem informações nossas de diferentes fontes, estatísticas e algoritmos computacionais e as comercializam, condicionando nossas vidas por meio de nossas preferências, desejos e possibilidades.

Por meio desses dados comercializados, acabamos reféns de publicidades e informações. Ou seja, os responsáveis por adquirir esses dados decidem a respeito de nossas oportunidades e, muitas vezes, acabam por ferir nossa liberdade, interferindo diretamente em nosso comportamento e na nossa decisão de compra e consumo de maneira geral.

A nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em vigor no Brasil desde setembro deste ano, é a possibilidade que temos de manter nossos dados seguros. Com a nova legislação, qualquer empresa que coleta dados pessoais de seus clientes tem a responsabilidade de tratar esses dados com cautela e deve deixar os clientes cientes sobre como vai utilizar tais dados.

E o seus dados estão seguros?

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